fevereiro 14, 2008

Publicada por S. Às 12:28 a.m. 3 Cenas
Podes comercializar sexo,
mas nao podes comercializar amor.
Eu não preciso de um dia especial para isso.
Dia de Sao Valentim é a comercialização de sentimentos

fevereiro 08, 2008

Perfeitamente Campos

Publicada por S. Às 5:41 p.m. 0 Cenas
"Nada me prende a nada.
Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo.
Anseio com uma angústia de fome de carne
O que não sei que seja -
Definidamente pelo indefinido...
Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.

Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.

Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.

Até a vida só desejada me farta - até essa vida...
Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.

Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...
E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.

Outra vez te revejo,
Cidade da minha infância pavorosamente perdida...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...
Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
E aqui tornei a voltar, e a voltar.
E aqui de novo tornei a voltar?
Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?

Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.

Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -,
Transeunte inútil de ti e de mim,
Estrangeiro aqui como em toda a parte,
Casual na vida como na alma,
Fantasma a errar em salas de recordações,
Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
No castelo maldito de ter que viver...

Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir...

Outra vez te revejo,
Mas, ai, a mim não me revejo!
Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -
Um bocado de ti e de mim!..."

Sem duvida o melhor de Portugues de 12º

janeiro 29, 2008

Tu*

Publicada por S. Às 7:21 p.m. 0 Cenas
(absolutly speachless)

And so i did

Publicada por S. Às 2:19 p.m. 1 Cenas
Sara// SOLD OUT diz:
sabes que mais?

Sara// SOLD OUT diz:
descobri o problma d todas as relaçoes humanas

Sara// SOLD OUT diz:
damos prioridad a pessoas de quais nos n fazms part das prioridds delas

http://letzeedazun.blogspot.com/ diz:
ah..
http://letzeedazun.blogspot.com/ diz:
boa cena para pores no blog

janeiro 28, 2008

Why 'be' Normal

Publicada por S. Às 10:24 p.m. 3 Cenas

If You can 'Be' Yourself??
(Bemyunintended dA)
Publicada por S. Às 4:08 p.m. 0 Cenas

Don't wast your time on me, you're already the voice inside my head* missyoumissyou

janeiro 22, 2008

Special Saint Valantain

Publicada por S. Às 11:36 p.m. 0 Cenas
So true=)

THE PERFECT MAN

The perfect man is gentle,
Never cruel or mean;
He has a beautiful smile,
And keeps his face so clean.

The perfect man likes children
And will raise them by your side.
He will be a darn good father
And a husband to his bride.

The perfect man loves cooking,
Cleaning and vacuuming, too.
He'll do anything in his power
To show his love to you.

The perfect man is sweet,
Writing poetry in your name.
He's a best friend to your mother
And kisses away your pain.

He never makes you cry
Or hurt in any way.
Oh, fuck this stupid poem...
The perfect man is gay."
 

That's What S. Said Copyright © 2012 Design by Antonia Sundrani Vinte e poucos