março 13, 2008

Publicada por S. Às 2:00 p.m. 0 Cenas
O grandioso Hino d'"A Birra do Morto", ouvida ultimamente incessantemente ao longo de enormissimos periodos de tempo, especialmente durante os ensaios eheh.

That's life,

that's what all the people say.
You're riding high in April,
Shot down in May
But I know I'm gonna change that tune,
When I'm back on top, back on top in June.

I said that's life,
and as funny as it may seem
Some people get their kicks,
Stompin' on a dream
But I don't let it, let it get me down,
'Cause this fine ol' world it keeps spinning around

I've been a puppet, a pauper, a pirate,
A poet, a pawn and a king.
I've been up and down and over and out
And I know one thing:
Each time I find myself,
flat on my face
,I pick myself up and get back in the race.

That's lifeI tell ya,
I can't deny it,
I thought of quitting baby,
But my heart just ain't gonna buy it.
And if I didn't think it was worth one single try,
I'd jump right on a big bird and then I'd fly

I've been a puppet, a pauper, a pirate,

A poet, a pawn and a king.
I've been up and down and over and out

And I know one thing:Each time I find myself laying flat on my face,I just pick myself up and get back in the race

That's life
That's life and I can't deny it
Many times I thought of cutting out
But my heart won't buy it

But if there's nothing shakin' come this here july

I'm gonna roll myself up in a big ball and die
My, My
~(Frank Sinatra)

fevereiro 14, 2008

Publicada por S. Às 12:28 a.m. 3 Cenas
Podes comercializar sexo,
mas nao podes comercializar amor.
Eu não preciso de um dia especial para isso.
Dia de Sao Valentim é a comercialização de sentimentos

fevereiro 08, 2008

Perfeitamente Campos

Publicada por S. Às 5:41 p.m. 0 Cenas
"Nada me prende a nada.
Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo.
Anseio com uma angústia de fome de carne
O que não sei que seja -
Definidamente pelo indefinido...
Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.

Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.

Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.

Até a vida só desejada me farta - até essa vida...
Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.

Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...
E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.

Outra vez te revejo,
Cidade da minha infância pavorosamente perdida...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...
Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
E aqui tornei a voltar, e a voltar.
E aqui de novo tornei a voltar?
Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?

Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.

Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -,
Transeunte inútil de ti e de mim,
Estrangeiro aqui como em toda a parte,
Casual na vida como na alma,
Fantasma a errar em salas de recordações,
Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
No castelo maldito de ter que viver...

Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir...

Outra vez te revejo,
Mas, ai, a mim não me revejo!
Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -
Um bocado de ti e de mim!..."

Sem duvida o melhor de Portugues de 12º

janeiro 29, 2008

Tu*

Publicada por S. Às 7:21 p.m. 0 Cenas
(absolutly speachless)

And so i did

Publicada por S. Às 2:19 p.m. 1 Cenas
Sara// SOLD OUT diz:
sabes que mais?

Sara// SOLD OUT diz:
descobri o problma d todas as relaçoes humanas

Sara// SOLD OUT diz:
damos prioridad a pessoas de quais nos n fazms part das prioridds delas

http://letzeedazun.blogspot.com/ diz:
ah..
http://letzeedazun.blogspot.com/ diz:
boa cena para pores no blog

janeiro 28, 2008

Why 'be' Normal

Publicada por S. Às 10:24 p.m. 3 Cenas

If You can 'Be' Yourself??
(Bemyunintended dA)
Publicada por S. Às 4:08 p.m. 0 Cenas

Don't wast your time on me, you're already the voice inside my head* missyoumissyou
 

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