julho 12, 2008

Baby Blues

Publicada por S. Às 11:23 p.m. 2 Cenas
Look nowadays

you see it everywhere you go

why are they so much

so stupidly in love?

Why don't you see how dumb it is

to trust your heart to someone else

Is it possible that you can feel it

its all such a crazy unloneliness

First comes the kiss

then comes the love

then comes the heart

then comes the heart break.

That really feels that good?



Sometimes i feel good

thinkn' all me myself and I

Why can I?

Is it so damn hard?

To give my heart to you?

I still breath..

I still breath for not longer

Say no to belive

say no and then I belive

maio 27, 2008

Publicada por S. Às 10:36 p.m. 1 Cenas
18

maio 19, 2008

Publicada por S. Às 7:29 p.m. 2 Cenas
São tempos de seca. Literalmente, mesmo. Faz calor e consigo sentir os segundos e nano segundos do tempo a passar, a vibrar tao lentamente que a vida parece eterna. Eterna até desesperar. E nesses dias, nestes dias que podemos fazer senão olhar?


All around me are familiar faces

Worn out places
Worn out faces
Bright and early for the daily races

Going no where
Going no where

Their tears are filling up their glasses
No expression
No expression
Hide my head
I wanna drown my sorrow
No tomorrow
No tomorrow

And I find it kind of funny
I find it kind of sad

The dreams in which I’m dying are the best I’ve ever had

I find it hard to tell you I find it hard to take
When people run in circles its a very very
Mad world
Mad world

abril 21, 2008

Publicada por S. Às 11:15 p.m. 1 Cenas
O que é morrer? apartir de que momento podemos considerar alguem morto? Quer dizer, ultrapassando a metafisica. Viver é respirar? Viver é continuar vivo? O fisico? Ou o psiquico? Quem tem mais vida, o dente Quanto tempo nos é necessario para acreditar e interiorizar que alguem desapareceu? O até sempre, que se torna num ate nunca?

março 13, 2008

Publicada por S. Às 2:00 p.m. 0 Cenas
O grandioso Hino d'"A Birra do Morto", ouvida ultimamente incessantemente ao longo de enormissimos periodos de tempo, especialmente durante os ensaios eheh.

That's life,

that's what all the people say.
You're riding high in April,
Shot down in May
But I know I'm gonna change that tune,
When I'm back on top, back on top in June.

I said that's life,
and as funny as it may seem
Some people get their kicks,
Stompin' on a dream
But I don't let it, let it get me down,
'Cause this fine ol' world it keeps spinning around

I've been a puppet, a pauper, a pirate,
A poet, a pawn and a king.
I've been up and down and over and out
And I know one thing:
Each time I find myself,
flat on my face
,I pick myself up and get back in the race.

That's lifeI tell ya,
I can't deny it,
I thought of quitting baby,
But my heart just ain't gonna buy it.
And if I didn't think it was worth one single try,
I'd jump right on a big bird and then I'd fly

I've been a puppet, a pauper, a pirate,

A poet, a pawn and a king.
I've been up and down and over and out

And I know one thing:Each time I find myself laying flat on my face,I just pick myself up and get back in the race

That's life
That's life and I can't deny it
Many times I thought of cutting out
But my heart won't buy it

But if there's nothing shakin' come this here july

I'm gonna roll myself up in a big ball and die
My, My
~(Frank Sinatra)

fevereiro 14, 2008

Publicada por S. Às 12:28 a.m. 3 Cenas
Podes comercializar sexo,
mas nao podes comercializar amor.
Eu não preciso de um dia especial para isso.
Dia de Sao Valentim é a comercialização de sentimentos

fevereiro 08, 2008

Perfeitamente Campos

Publicada por S. Às 5:41 p.m. 0 Cenas
"Nada me prende a nada.
Quero cinquenta coisas ao mesmo tempo.
Anseio com uma angústia de fome de carne
O que não sei que seja -
Definidamente pelo indefinido...
Durmo irrequieto, e vivo num sonhar irrequieto
De quem dorme irrequieto, metade a sonhar.

Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.

Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.

Até a vida só desejada me farta - até essa vida...
Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.

Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...
E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,
Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.

Outra vez te revejo,
Cidade da minha infância pavorosamente perdida...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...
Eu? Mas sou eu o mesmo que aqui vivi, e aqui voltei,
E aqui tornei a voltar, e a voltar.
E aqui de novo tornei a voltar?
Ou somos todos os Eu que estive aqui ou estiveram,
Uma série de contas-entes ligados por um fio-memória,
Uma série de sonhos de mim de alguém de fora de mim?

Outra vez te revejo,
Com o coração mais longínquo, a alma menos minha.

Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -,
Transeunte inútil de ti e de mim,
Estrangeiro aqui como em toda a parte,
Casual na vida como na alma,
Fantasma a errar em salas de recordações,
Ao ruído dos ratos e das tábuas que rangem
No castelo maldito de ter que viver...

Outra vez te revejo,
Sombra que passa através das sombras, e brilha
Um momento a uma luz fúnebre desconhecida,
E entra na noite como um rastro de barco se perde
Na água que deixa de se ouvir...

Outra vez te revejo,
Mas, ai, a mim não me revejo!
Partiu-se o espelho mágico em que me revia idêntico,
E em cada fragmento fatídico vejo só um bocado de mim -
Um bocado de ti e de mim!..."

Sem duvida o melhor de Portugues de 12º
 

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